Muitos gramáticos criticam a linguística, entretanto, esses profissionais da área de letras, se esquecem que um necessita do outro, ou seja, a gramática precisa da linguística e vice-versa, pois se a linguagem fosse considerada imutável, teríamos como consequencia dessa imutabilidade uma língua morta de léxicos e empobrecida culturalmente. Essas diversidades linguísticas de dialetos e sotaques contribuem para o crescimento da nossa língua, concedendo ao mundo das ciências humanas um novo futuro. Através da informalidade da língua é que os vocábulos marginalizados são dicionarizados, esses vocábulos saem das favelas brasileiras e percorrem nos meios sociais e econômicos do Brasil, isso comprova o quanto a línguística contribui para o crescimento do país.
Essa divisão que separa a gramática normativa da línguistica é uma lacuna existente nos meios educacionais, pois muitos docentes que se dizem gramáticos ou Linguísticos lutam para defender o seu ponto de vista, mas se esquecem que a língua é viva, ela não tem um modo "correto" muito menos uma imutabilidade, da mesma forma que os meios culturais e sociais se modificam, a língua está sempre em evolução, ela acompanha este ritmo de crescimento, então, estabelecer regras para preservar a língua não é uma maneira de conservar os léxicos, pois a nossa linguagem é infinita, ela é rica e culturamente e evolutiva, desta forma a gramática e a linguística nos guiam num futuro desconhecido da língua.
Até quando as regras gramaticais estarão presentes em nossa sociedade? Até quando podemos pronunciar os vocábulos de forma informal, sem nos preocuparmos com críticas? Essas perguntas que foram expostas, respondem essas contradições presentes nessas ciências (Linguística e Gramática), portanto são os meios sociais em que o indivíduo está inserido que influênciam a sua oralidade. Como docentes e discentes temos o dever de contribuir para a evolução e para o crescimento da linguagem, somos "camaleões" da língua e da escrita, portanto as pesquisas e os artigos elaborados que tratam a linguística como uma ciência marginalizada da língua se tornam contraditórias, pois no seu cotidiano os gramáticos utilizam uma linguagem mais informal somente nos espaços socias que eles se "mascaram" e incorporam uma linguagem mais formal.
É preciso estar aberto a todas as modificações que ocorrem em nossa sociedade, e fazer da nossa língua um fator cultural que traga consigo a identidade brasileira, e aos poucos modificarmos esta realidade educacional existente em nossas escolas. Quanto a linguística tanto a Gramática fazem parte da nossa construção educacional, pois os professores devem aceitar a linguagem do aluno e não constrange-lo diante dos seus colegas. Com a aceitação dessas diferenças é que conseguimos colaborar para a construção de uma linguagem distante de preconceitos e mais tolerável e desta forma contribuir para uma educação mais eficaz.
Até quando as regras gramaticais estarão presentes em nossa sociedade? Até quando podemos pronunciar os vocábulos de forma informal, sem nos preocuparmos com críticas? Essas perguntas que foram expostas, respondem essas contradições presentes nessas ciências (Linguística e Gramática), portanto são os meios sociais em que o indivíduo está inserido que influênciam a sua oralidade. Como docentes e discentes temos o dever de contribuir para a evolução e para o crescimento da linguagem, somos "camaleões" da língua e da escrita, portanto as pesquisas e os artigos elaborados que tratam a linguística como uma ciência marginalizada da língua se tornam contraditórias, pois no seu cotidiano os gramáticos utilizam uma linguagem mais informal somente nos espaços socias que eles se "mascaram" e incorporam uma linguagem mais formal.
É preciso estar aberto a todas as modificações que ocorrem em nossa sociedade, e fazer da nossa língua um fator cultural que traga consigo a identidade brasileira, e aos poucos modificarmos esta realidade educacional existente em nossas escolas. Quanto a linguística tanto a Gramática fazem parte da nossa construção educacional, pois os professores devem aceitar a linguagem do aluno e não constrange-lo diante dos seus colegas. Com a aceitação dessas diferenças é que conseguimos colaborar para a construção de uma linguagem distante de preconceitos e mais tolerável e desta forma contribuir para uma educação mais eficaz.
Sugiro trabalhar mais imagens e desenvolver a relação da linguagem com a cultura. Parabéns pela iniciativa.
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